quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Acionistas negociam fusão de Neoenergia e CPFL




 O Banco do Brasil e a Previ chegaram a um acordo com o grupo Camargo Corrêa para uma fusão futura da CPFL com a Neoenergia, publicou o jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira. O acordo efetivo para a fusão só não foi fechado ainda porque a espanhola Iberdrola , acionista e operadora da Neoenergia, reluta em aceitar que a Camargo Corrêa - que dirige a CPFL - consolide sob o seu comando a cadeia de controle da nova companhia combinada. A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, tem 49% de todo o capital da Neoenergia. Na CPFL, o fundo tem 31% do capital votante. "Previ e Banco do Brasil aceitaram ser sócios capitalistas da nova empresa", cita o jornal.
 A publicação também afirma que a fusão seria a primeira etapa para a criação de uma "superelétrica" nacional na área de distribuição. Em um segundo momento, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiaria a nova empresa na compra de outra distribuidora, "provavelmente a AES", que opera em São Paulo e no Rio de Janeiro. Representantes da Camargo Corrêa não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. O Banco do Brasil não pode ser contatado imeditamente. Em novembro, durante o Reuters Brazil Investment Summit, o presidente do conselho de adminstração da Camargo Corrêa, Vitor Hallack, afirmou que a CPFL seria uma importante consolidadora do setor elétrico no Brasil. A companhia é líder no segmento de distribuição privada de energia. Uma das principais vantagens para uma fusão seria o ganho de escala.


Link: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201102241118_RTR_1298546299nN24229438

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